"Se uma Gaivota viesse
Trazer-me o céu de Lisboa
No desenho que fizesse
Nesse céu onde um olhar
É uma asa que não voa
Esmurece e cai no Mar
Que perfeito coração
No meu peito bateria
Meu Amor na tua mão
Nessa mão onde cabia
Perfeito o meu coração
Se um Português marinheiro
Dos sete mares andarilho
Fosse quem sabe o primeiro
A contar-me o que inventasse
Se um olhar de novo brilho
No meu olhar se enlaçasse
Que perfeito coração
Morreria no meu peito
Meu Amor na tua mão
Nessa mão onde perfeito
Partiu o meu coração
Que perfeito coração
no meu peito bateria
Meu amor na tua mão
Nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração..."
domingo, 31 de maio de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
É mesmo isto!
"Não percas tempo com parvoíces, que há bastantes, e vai à procura daquilo que te faz feliz, porque o tempo passa muito depressa!"
domingo, 15 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
domingo, 22 de fevereiro de 2009
5 minutinhos
A morte é para muitos um assunto tabu! Não é propriamente um tema agradável, mas tem garantidamente qualquer coisa de polémico, uma vez que suscita as mais diferentes opiniões.
Não vou fazer nenhuma dissertação sobre o que acho que é, se existe ou não mais alguma coisa para além da morte e patati-patata, mas a notícia da morte do pai de uma grande amiga minha fez-me escrever estas linhas e pensar 5 minutinhos sobre o tema!
No espaço duma semana, "lidei" com a morte de familiares de dois amigos e com a de uma pessoa que nem sequer conhecia! Muito provavelmente dentro em breve receberei a notícia de que um familiar irá falecer (é uma senhora de 84 anos por isso não se esperam milagres!)
Posso parecer distante ou fria, mas efectivamente não tenho medo da morte (da minha)! Nunca tive! Da dos que me são próximos sim, pelo sofrimento que inevitávelmente iria causar, mas da minha não! Até porque acredito que vá viver muitos anos (não faço por menos de 82) e morrer velhinha durante o sono. (Podia dar-me para pior, mas acho que vai ser assim, para não dar trabalho a quem cá fica, que tem mais que fazer!)
O meu sentimento é de pena, acho que seria uma seca, uma chatice, ora bolas, só tenho 32 aninhos, mas não tenho medo! Recordo-me que dos primeiros pensamentos que tive quando o meu filho nasceu foi, e passo a citar: (o fogo, não foi bem fogo, foi uma palavra que também começa por fo)" Fogo! Agora não quero morrer pá!Quero ter o gozo de ver o meu filho crescer!"
E é mesmo isso! Não gosto de pensar na morte, para quê perder tempo? Dá-me muito mais prazer pensar no gozo que é VIVER! E Mais do que pensar dá-me gozo sentir, amar, chorar, rir, gritar, dramatizar, dormir e sonhar!
Ao escrever, lembrei-me de uma frase do filme o Estranho caso de Benjamin Button (que recomendo e aproveito para deixar a minha opinião sobre o Brad Pitt, com vinte e picos aninhos e cabecinha de quarentão, é ... Marisco!), que era qualquer coisa do género: "Só com a perda (morte) de alguém temos consciência do quanto ela era importante para nós!" Tenho uma opinião diferente. Acho que não precisamos de perder alguém para perceber o quanto ela é importante para nós!
E como gosto muito de frases (é um facto!), termino com uma:
Viver é a única coisa que não dá para deixar para depois.
Guttenberg Guarabyra
Não vou fazer nenhuma dissertação sobre o que acho que é, se existe ou não mais alguma coisa para além da morte e patati-patata, mas a notícia da morte do pai de uma grande amiga minha fez-me escrever estas linhas e pensar 5 minutinhos sobre o tema!
No espaço duma semana, "lidei" com a morte de familiares de dois amigos e com a de uma pessoa que nem sequer conhecia! Muito provavelmente dentro em breve receberei a notícia de que um familiar irá falecer (é uma senhora de 84 anos por isso não se esperam milagres!)
Posso parecer distante ou fria, mas efectivamente não tenho medo da morte (da minha)! Nunca tive! Da dos que me são próximos sim, pelo sofrimento que inevitávelmente iria causar, mas da minha não! Até porque acredito que vá viver muitos anos (não faço por menos de 82) e morrer velhinha durante o sono. (Podia dar-me para pior, mas acho que vai ser assim, para não dar trabalho a quem cá fica, que tem mais que fazer!)
O meu sentimento é de pena, acho que seria uma seca, uma chatice, ora bolas, só tenho 32 aninhos, mas não tenho medo! Recordo-me que dos primeiros pensamentos que tive quando o meu filho nasceu foi, e passo a citar: (o fogo, não foi bem fogo, foi uma palavra que também começa por fo)" Fogo! Agora não quero morrer pá!Quero ter o gozo de ver o meu filho crescer!"
E é mesmo isso! Não gosto de pensar na morte, para quê perder tempo? Dá-me muito mais prazer pensar no gozo que é VIVER! E Mais do que pensar dá-me gozo sentir, amar, chorar, rir, gritar, dramatizar, dormir e sonhar!
Ao escrever, lembrei-me de uma frase do filme o Estranho caso de Benjamin Button (que recomendo e aproveito para deixar a minha opinião sobre o Brad Pitt, com vinte e picos aninhos e cabecinha de quarentão, é ... Marisco!), que era qualquer coisa do género: "Só com a perda (morte) de alguém temos consciência do quanto ela era importante para nós!" Tenho uma opinião diferente. Acho que não precisamos de perder alguém para perceber o quanto ela é importante para nós!
E como gosto muito de frases (é um facto!), termino com uma:
Viver é a única coisa que não dá para deixar para depois.
Guttenberg Guarabyra
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Soul
Já calculava que fosse BOM! Já me tinhas dito que era MUITO BOM, mas de facto é EXCELENTE! Amei! Obrigada, entre outras coisas, por tornares as minhas viagens mais agradáveis!
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