quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Fantasmas parte II

Bem, a minha veia de poetisa não pulsou agora, isto relativamente aos Fantasmas, mas surgiu em conversa e decidi publicá-lo, até porque, na minha perspectiva, eles são intemporais. Ou existem, ou não!
Os meus conheço-os desde que me lembro como gente! Um ou outro mais jovem, mas a maior parte deles são mesmo velhos! Se fizermos uma equivalência aos anos dos Fantasmas com os anos dos canitos (1 ano de cão para 7 anos de vida humana), os meus já deviam estar mortos! Bem, e estão! Por isso é que são Fantasmas! E mais não seria necessário dizer!

Ao contrário do que possam pensar, os meus Fantasmas não me atormentam! Às vezes são um bocado chatos e incomodam, principalmente o Fantasminha Brincalhão do Avô Cantigas, mas já não me atormentam! Podem pensar que esta afirmação é incoerente com o que escrevi anteriormente, mas não é!
Eu esclareço: Eles vêem-me, falam-me, ouvem-me e seguem-me! Fazem parte da minha vida! Conheço-os muitíssimo bem, aprendi a viver com eles e defini estratégias e mecanismos de defesa! Além disso já estão velhos e cansados!
Os meus são de todo o tipo, os sábios, os bem-dispostos, os brincalhões, os palhaços, os coninhas, os durões, os estúpidos, enfim... uma panóplia diversificada de Fantasmas, para que a minha ainda curta existência seja uma animação constante!
Isto porque, faz parte da minha essência olhar para a vida com lentes cheias de positivismo e despender o meu precioso tempo e energia com o que é realmente importante e me faz bem!
O Resto... bem... o Resto é o resto, e os Fantasmas fazem parte dele!

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